#Série | Julie and the Phantoms

Oi gente!
Precisei apenas de um sábado para maratonar “Julie and the Phantoms”, nova série musical da Netflix, dirigida e produzida por Kenny Ortega (de High School Musical) e baseada na série brasileira “Julie e os Fantasmas”. Se você está procurando uma série teen, super good vibes, já achou! O seriado é o entretenimento perfeito que fará você se desconectar e relaxar. Lembrando, que terá alguns spoilers!

Em 9 episódios, a série inicia contando a história da banda Sunset Curves, formada por Luke (Charlie Gillespie), Reggie (Jeremy Shada), Alex (Owen Patrick Joyner) e Bobby, que sonham em se apresentar no Orpheu, uma grande casa de shows em Hollywood, mas os amigos (com exceção de Bobby) acabam comendo um cachorro-quente e morrem intoxicados.

Também somos apresentados à Julie (Madison Reyes), uma adolescente apaixonada por música que acaba perdendo a conexão e a vontade de cantar após o falecimento de sua mãe, sua grande inspiração. Porém, o encontro com os três fantasmas Luke, Reggie e Alex , “desaparecidos” por 25 anos, fará com que a jovem encontre novamente seu paixão por música e mostre o seu talento para o mundo. Enquanto Julie está descobrindo o seu verdadeiro talento, os fantasma fazem uma busca para entender o motivo de estarem na Terra.

Com temas importantes como amizade, luto, sexualidade e autoaceitação, a série me ganhou já no primeiro episódio. Os atores são o grande destaque da produção. Charlie Gillespie, Jeremy Shada e Owen Patrick Joyner – o trio de fantasmas – mandam super bem, principalmente quando estão com Madison Reyes. A atriz estreante é perfeita e cantam muitoo! Ela se entrega para o papel e isso fica visível em sua performance. Aliás, para mim, a trilha sonora é tudo de bom! Eu simplesmente amei todas as músicas e já estou ouvindo a playlist repetidamente no Spotify (ainda não consegui decidir a minha favorita). E os números musicais tem toda a cara do Kenny Ortega, com certeza você, se assistiu, vai lembrar muito de HSM.

Paralelamente também temos outras histórias acontecendo como Flynn (Jadah Marie) – a melhor amiga da protagonista; Carrie (Savannah May) – a vilã patricinha, uma espécie de Sharpay; o grande vilão Caleb (Cheyenne Jackson) – um fantasma poderoso capaz de fazê-los aparecer aos humanos, mas com a condição de serem sempre dele; Trevor Wilson (Steve Bacic), que era o Bobby e adotou um novo nome após roubar as músicas da banda; além de um aprofundamento nas histórias dos fantasmas Luke e Alex – o primeiro se afastou dos pais para viver da música e morreu sem ter pedido perdão. Já o segundo é assumidamente gay e vive um lance com outro fantasma Willie (Booboo Stewart).

Alguns personagens poderiam ter tido um arco narrativo melhor desenvolvido. Carrie e o pai Trevor Wilson, por exemplo. Também espero uma história maior de Alex e Willie, caso a série seja renovada para uma 2ª temporada (Netflix nunca te pedi nada… na verdade pedi sim, mas enfim, já quero continuação com certeza).

Com uma história carismática, leve e muita música viciante, “Julie and the Phantoms” é totalmente despretensiosa e possui bastante potencial para uma sequência. É a série perfeita para assistir em um fim de semana!

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Apostas para o Emmy 2020

Oi gente!
Neste domingo, dia 20, teremos a premiação do Emmy 2020. A cerimônia será um pouco diferente neste ano devido a pandemia – não teremos tapete vermelho, as celebridades estarão quietinhas em suas casas, totalmente sem aglomeração. Mas ainda assim, a concorrência promete ser acirrada. E como todo ano, vamos às apostas!!

Primeiramente as categorias de drama – Minha aposta é “Succession”. A série da HBO está com força para vencer; sua 2ª temporada é super elogiada pela crítica. “Ozark” e “The Crown”, ambas da Netflix, também correm por fora.

Para as categorias de atuação: Queria muito ver a vitória de Jennifer Aniston, por sua interpretação em “The Morning Show”. A atriz concorre com o primeiro episódio “In the Dark Night of the Soul It’s Always 3:30 in the Morning”, que realmente é seu melhor momento – aquela cena inicial em que sua personagem Alex Levy precisa anunciar que seu companheiro de bancada foi demitido por assédio sexual é simplesmente fantástica. Porém, Laura Linney (Ozark) e Olívia Colman (The Crown) também têm chances. Como atriz coadjuvante, amaria ver Helena Bohan Carter – a princesa Margaret de “The Crown” – recebendo o prêmio. Julia Garner (Ozark), que já venceu ano passado, também vem forte neste ano. Meryl Streep (Big Little Lies) e Sarah Snook (Succession) são as apostas do coração.

Na atuação masculina, acho que a vitória de Brian Cox já é garantida. Ele concorre com o 3º episódio da 2ª temporada – aquele em que a família Roy parte para um retiro de caça na Hungria. Furioso com algumas coisas, Logan submete Greg, Tom e Karl a um jogo cruelmente humilhante, que ele chama de “Javali No Chão”. Essa cena é muito forte! Seu companheiro de série Jeremy Strong talvez corra por fora. Já na categoria de coadjuvantes, aposto em Billy Crudup, de “The Morning Show”, mas Kieran Culkin também merecia por seu papel em “Succession”.

Agora vamos as categorias de comédia“The Marvelous Mrs Maisel” e “Schitt’s Creek” estão no páreo. Com certeza será uma disputa bem acirrada entre as duas. Aposto mais com o coração em Mrs Maisel. “The Good Place” também seria uma vitória interessante, que eu iria amar.

Para atriz em comédia, Catherine O’Hara pode ser a escolhida. A atriz veterana encerrou sua participação em “Schitt’s Creek”, com o final da série – esta pode ser uma motivação para os votantes lhe darem o prêmio. Porém Rachel Brosnahan, de “The Marvelous Mrs Maisel”, também é uma aposta forte. Como coadjuvante, Alex Borstein, de Mrs Maisel, deve levar pelo terceiro ano consecutivo. Minha aposta do coração fica para D’Arcy Carden, a Janet de “The Good Place”.

Ramy Youssef deve surpreender e levar a categoria de ator em comédia. Ele já venceu o Globo de Ouro no início do ano e pode sair vitorioso novamente. Já Tony Shalhoub, de “The Marvelous Mrs Maisel” é minha aposta em ator coadjuvante. Rapidamente… deixar bem claro aqui, que comédia não é meu forte!

Por fim, vamos as apostas em minissérie. Provavelmente “Watchmen”, da HBO, deve dominar as categorias. Regina King e Jeremy Irons são apostas fortes para atores principais. Adoraria que “Little Fires Everywhere” tivesse algum reconhecimento, seja em minissérie ou atriz com Kerry Washington. Mark Ruffalo poderia surpreender pela atuação dupla em “I Know this much is True”. Nas categorias coadjuvantes, adoraria ver Toni Colette (“Inacreditável”) e Jim Parsons (“Hollywood”) como vencedores. Ainda assim, temos vários atores de “Watchmen” concorrendo.

Quero saber as apostas de vocês! Concordam com as minhas escolhas? Lembrando que a cerimônia será exibida neste domingo, a partir das 20h30, na TNT.

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#Série | Stargirl

Oi gente!
Quem aí é fã de séries de super heróis? O canal americano The CW lançou mais uma produção do Arrowverse (universo que compreende “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow”, “Black Lightning” e “Batwoman”). Agora chegou a vez de “Stargirl” – programa teen protagonizado por herdeiros da icônica Sociedade da Justiça.

Com 13 episódios, a 1ª temporada foi aclamada pela crítica e também pela audiência, que rendeu bons índices nos Estados Unidos. “Stargirl” começa quando Courtney (Brec Bessinger) e sua mãe Barbara Whitmore (Amy Smart), decidem se mudar da Califórnia para a cidade fictícia interiorana de Blue Valley, em Nebraska. Após a morte do marido, Barbara juntou os trapos com Pat Dugan (Luke Wilson), que tem um filho, Mike (Trae Romano).

A contragosto, Courtney precisa se adaptar em um município pequeno, onde todo mundo conhece todo mundo. É aí que o cajado mágico do lendário herói Starman a escolhe como sua nova “dona”. Na escola, Court se aproxima de Yolanda (Yvette Monreal), Rick (Cameron Gellman) e Beth (Anjelika Washington), levando-os a assumir os mantos de Pantera, Homem-Hora e Dra. Meia-Noite. Juntos, eles precisam conter um terrível plano que prevê a dominação das mentes de toda a população adulta dos Estados Unidos.

Inspirados no otimismo típico da Era de Ouro dos Quadrinhos, os personagens crescem a cada episódio e superam desafios pessoais que os assombravam antes da formação do supergrupo. Esse período clássico dos quadrinhos também é refletido na caracterização dos vilões. Assim como eram nos primórdios do gênero, os antagonistas são caricatos, coloridos e surpreendentemente divertidos.

A série tem um bom futuro pela frente e pode representar um novo recomeço às produções da CW. Flash e Supergirl já estão perdendo público. Batwoman veio para reforçar, mas Stargirl deve trazer um novo direcionamento para um outro lado de super heróis da DC. E muito provavelmente a personagem deve integrar os próximos crossovers.

Com uma segunda temporada já garantida na CW, “Stargirl” tem tudo para continuar se destacando entre tantas adaptações televisivas de histórias em quadrinhos.

Já conheciam o universo de Stargirl? Pretendem acompanhar a série? Me digam o que acham do futuro da DC na TV

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#Filme | Chemical Hearts (A Química que há entre Nós)

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O streaming Amazon Prime Vídeo lançou o drama “Chemical Hearts”, baseado no livro “A Química que há entre Nós”, da autora Krystal Sutherland. No elenco temos Lili Reinhart (Riverdale) e Austin Abrams (Euphoria). Mais um chiquê teen, porém este me decepcionou um pouco. Detalhe: neste post não vou comentar o livro, visto que ainda não li; falarei apenas da experiência na TV.

Dirigido por Richard Tanne, o filme conta a história de Henry (Austin Abrams) e Grace (Lili Reinhart), dois jovens que, em seu último ano de ensino médio, se tornam co-editores do jornal da escola. Ele tem uma vida normal, com uma família estável e bons amigos, e sonha em ser escritor. No entanto, por achar que tem uma vida normal demais e por não ter tido experiências significativas, não sabe sobre o quê escrever.

Enquanto isso, ela é uma estudante transferida de outra escola e que, assim como ele, tem a escrita e a leitura como suas grandes paixões. Só que após sofrer um acidente que deixou sequelas bastante dolorosas (fisicamente, e, principalmente, psicologicamente), ela deixa essas paixões de lado e decide se isolar de todos.

Sobre a parte técnica, o longa traz uma estética melancólica. A fotografia é construída na base de cores frias e fechadas, especialmente o azul, o que reforça a parte dramática da narrativa. Porém, os clichês do enredo me incomodaram. E vocês sabem que eu adoro os clichês teen bem “água com açúcar”.

Acho que a adaptação dos personagens acabou não acontecendo como deveria. Achei Henry e Grace muito rasos e superficiais, não tem uma construção que nos mostre o que eles querem, o porque eles são da forma que são, o que os motiva ou não motiva. São personagem complexos e emotivos, que poderiam ser cheios de camadas, mas não são. Ficou simples demais. E pelo que li de comentários do livro, sei que isso não ocorre lá – os personagens são bem construídos. Outra coisa que me irritou são os personagens coadjuvantes (família e amigos do Henry), que no filme não tiveram importância nenhuma, não acrescentaram nada a história.

A proposta era super interessante, já que dramas adolescentes têm rendido boas adaptações, porém para mim não rolou. E ainda quero ler o livro “A Química que há entre Nós”. Prometo que quando ler, trago um post mais comparativo entre os dois.


Já assistiram Chemical Hearts? Ou já leram o livro A Química que há entre Nós? O que acharam?

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#Livro | Juntando os Pedaços

Autora: Jennifer Niven
Editora: Seguinte
Páginas: 392
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Amazon

Oi gente!
Mais uma dica de leitura! Se você se emocionou com “Por Lugares Incríveis”, precisa começar a ler “Juntando os Pedaços”, da mesma autora Jennifer Niven. A história retrata muito bem a luta contra o preconceito, gordofobia e amor próprio.

Jack tem prosopagnosia, uma doença que o impede de reconhecer o rosto das pessoas. Quando ele olha para alguém, vê os olhos, o nariz, a boca, mas não consegue juntar todas as peças do quebra-cabeça para gravar na memória. Então ele usa marcas identificadoras, como o cabelo, a cor da pele, o jeito de andar e de se vestir, para tentar distinguir seus amigos e familiares. Mas ninguém sabe disso — até o dia em que ele encontra a Libby.

Libby é nova na escola. Ela passou os últimos anos em casa, juntando os pedaços do seu coração depois da morte de sua mãe. A garota finalmente se sente pronta para voltar à vida normal, mas logo nos primeiros dias de aula é alvo de uma brincadeira cruel por causa de seu peso e vai parar na diretoria. Junto com Jack. Aos poucos essa dupla improvável se aproxima e, juntos, eles aprendem a enxergar um ao outro como ninguém antes tinha feito.

Assim, Jennifer Niven nos apresenta, com uma narrativa em primeira pessoa, o universo de cada um desses personagens, de modo que a cada capítulo temos Libby ou Jack narrando suas questões internas, até seus caminhos se cruzarem. Libby sonha em ser dançarina e, agora, após perder mais de 140 kg, resolveu voltar para o colégio em que estudava antes de sua mãe falecer e suas crises de ansiedade e compulsão alimentar começarem. Lá, encontra, da pior maneira possível, Jack, o garoto que secretamente não consegue gravar faces, nem mesmo de sua própria família.

“Juntando os Pedaços” me conquistou logo no começo. A narrativa envolvente e os personagens cativantes são o ponto alto. O tema é extremamente atual e necessário para discussão. O bullying é retratado de forma tocante e emocionante. Ambos os personagens desenvolvem inseguranças devido a tudo o que passaram e a forma como eles lidam com isso é o importante a se observar. Mas, por trás de toda discussão, temos uma história fofa e divertida sobre o amor – tanto o amor por si mesmo, quanto o amor doce e jovem que começa no ensino médio. Esteja preparado para juntar os pedaços após o final da leitura!

Já conheciam a literatura de Jennifer Niven? Bora ler “Juntando os Pedaços”!

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#Livro | Mortos não contam Segredos

Autora: Karen McManus
Editora: Galera Record
Páginas: 352
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Amazon
Foto: Facebook Galera Record

Oi gente!
Vocês já devem ter percebido que eu engrenei com as minhas leituras!! Tinha alguns livros que estavam parados, resolvi colocar tudo em dia nessa quarentena! Hoje vou trazer para vocês uma dica bem bacana – o suspense “Mortos não contam Segredos”, o segundo romance de Karen McManus, autora best-seller de “Um de Nós Está Mentindo”.

Por trás das cercas brancas e dos gramados perfeitos da pacata cidadezinha de Echo Ridge, há segredos de natureza obscura. Ellery conhece as histórias a respeito da cidade natal de sua mãe e sabe que ali garotas desaparecidas não voltam para casa. Cinco anos atrás, a rainha do baile Lacey Kilduff foi assassinada e o culpado jamais foi preso. Sua tia Sarah também foi uma das vítimas quando ainda era adolescente, mas a mãe pouco fala sobre isso, preferindo mascarar o luto com bebidas e remédios. Quando o vicio culmina em uma internação na clínica de reabilitação, Ellery e seu irmão gêmeo Ezra se mudam para a casa da avó em Echo Ridge e passam a testemunhar em primeira mão a sinistra fama da cidade.

Antes mesmo do inicio das aulas, novas ameaças surgem em forma de pichações. Alguém deixa bem claro que a temporada de caça às rainhas do baile está aberta, e o nome de Ellery surge entre as possíveis vítimas. Poucos dias depois, outra garota desaparece e, desta vez, Ellery está determinada a descobrir quem está por trás de tudo isso. Mas quanto mais a menina se envolve com os segredos dos moradores, mais se põe na mira do responsável pelas mortes. Ellery está prestes a descobrir que segredos são perigosos, e é por isso que, em Echo Ridge, é melhor guardá-los para si.

A nossa protagonista Ellery tem um fraco por tudo que envolve mistérios policiais e começa a procurar qualquer vestígio que possa ligar os fatos do passado e todos os recém acontecimentos. Não demora muito para ela conhecer Malcolm, irmão mais novo de Declan Kelly – um dos antigos suspeitos, formando uma aliança, que também envolve o irmão Ezra e Mia.

A narrativa é realizada em primeira pessoa, alternando entre Ellery e Malcolm. A medida que os capítulos vão passando, surpresas e mistérios vão sendo solucionados, alguns dando verdadeiro nó na cabeça e mantendo as expectativas lá no alto. Eu já havia gostado bastante de “Um de Nós Está Mentindo” e agora amei “Mortos não contam Segredos”. A autora consegue criar um universo de suspense adolescente, que prende a atenção. Confesso que ainda estou refletindo um pouco sobre o final e a solução dada pela autora – não estava esperando o que aconteceu, mas foi tudo bem coerente.

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#Livro | Me Encontre

Autor: André Aciman
Editora: Intrínseca
Páginas: 272
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Amazon
Foto: Facebook Intrínseca

Oi gente!
Hoje tem dica de leitura para vocês! Se vocês gostaram de “Me Chame pelo seu Nome”, precisam ler “Me Encontre”. Elio, Oliver e Samuel estão de volta no aguardado romance inédito de André Aciman.

Samuel está a caminho de Roma para encontrar seu filho, Elio, agora um pianista renomado. O acaso, no entanto, se encarrega de adiar a reunião familiar e faz com que Samuel desembarque na cidade eterna acompanhado de um novo amor e cheio de planos para novas temporadas em sua casa de veraneio.

Elio logo se muda para Paris, onde vive mais um romance, enquanto Oliver, agora pai de família e professor na Nova Inglaterra, nos Estados Unidos, cogita enfim cruzar de novo o Atlântico. O que o move inesperadamente são os primeiros acordes de uma música que o transporta no tempo para dias de idílio na Itália.

Nesta retomada fascinante e tão aguardada da jornada de Elio e Oliver, André Aciman revisita seus personagens com a mesma delicadeza e pungência de Me Chame Pelo Seu Nome, trazendo-nos de volta ao relato do que há de mais perene em matéria de sentimento. Dos detalhes íntimos às nuances emocionais, Me Encontre nos mostra do que é feita a substância da paixão e nos pergunta se, de fato, um amor verdadeiro pode perecer.

O livro é dividido em quatro partes – a primeira é intitulada “Tempo”, se passa mais ou menos dez anos após o verão de Élio e Oliver e trás Samuel em uma viagem de Florença a Roma. No trem, ele conhece Miranda, uma mulher que lhe fascina pelo seu corpo e pela alma. Os dois passam a se envolver de uma forma intensa a medida em que a viagem para ver o filho se torna algo mais atípico.

Na segunda parte, intitulada “Cadenza”, finalmente temos Élio como protagonista. Aos 30 anos, Élio vive sozinho se dedicando a suas aulas e concertos, isso até conhecer Michel, um homem que desperta algo que ele não sentia há muito tempo atrás. Conforme o tempo passa, Élio é convidado para uma série de concertos nos Estados Unidos, país onde Oliver vive com sua família dando aulas. Élio decide então que irá se encontrar com sua antiga paixão. Já a terceira parte, “Capriccio”, nos trás Oliver em uma melancolia duradoura, professor de mestrado e doutorado, decide dar uma festa para seus alunos formandos. Já a parte final “Da Capo” é aquela em que todos esperávamos.

A narrativa de Aciman, assim como em outros livros seus, é envolvente. Confesso que tinha mais expectativas para esse livro, porém não foi o que esperava. Élio, e principalmente Oliver, foram tratados mais superficialmente, faltou aquela força que eles tinham em “Me Chame pelo Seu Nome”. Em compensação, gostei bastante do arco narrativo de Samuel. O livro consegue despertar várias reflexões durante a leitura. É uma história de como a vida simplesmente é. Encontros e desencontros.

Já tinham ouvido falar dessa sequência? Quem aí já está ansioso para ler? Quero saber tudo nos comentários!

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#Filmes | A Barraca do Beijo 2

Oi gente!
Quem aí já viu “A Barraca do Beijo 2”? A sequência lançada pela Netflix já era esperada já que o primeiro filme lançado em 2018 se tornou um dos mais vistos da plataforma de streaming. Baseado no livro da autora Beth Reekles, a história tem todos os requisitos para atrair o público adolescente: amadurecimento, decisões e as problemáticas de um relacionamento amoroso. Tudo isso acrescentado com uma boa dose de comédia e um elenco carismático.

Elle (Joey King) e Lee (Joel Courtney) felizmente se acertaram e sua amizade continua unida a tempo do último ano do ensino médio. No entanto, a namorada de Lee, Rachel (Meganne Young), se cansa da presença constante de Elle entre o casal. Mas há um motivo para que Elle esteja tão próxima. Ela está a quilômetros de distância do namorado Noah (Jacob Elordi), agora um estudante em Harvard.

Enquanto no primeiro filme é Elle que faz Lee escolher entre aceitar seu relacionamento com seu irmão, Noah, ou rejeitá-la e encerrar sua amizade, agora é Elle quem tem que escolher entre acompanhar Lee para estudar na universidade de Berkeley ou encontrar uma universidade em Boston para que ela possa ficar perto de Noah. Porém, ela começa a desconfiar que Noah está mantendo um caso com sua colega Chloe (Maisie Richardson-Sellers). Como o moço possui um histórico de mulherengo, Elle fica confusa sobre seus sentimentos. Tudo fica ainda mais confuso com a chegada de um novo aluno, o músico e dançarino Marco (Taylor Zakhar Perez).

O ponto forte da franquia é com certeza o elenco! Joey King e Joel Courtney possuem uma amizade com muita química. Jacob Elordi também está mais maduro. Os atores novos também mandam bem, tanto Maisie Richardson-Sellers quanto Taylor Zakhar Perez, inclusive o ator cumpre seu papel de balançar o relacionamento entre Elle e Noah. E o bacana é que a relação entre Joey e Jacob continua boa, visto que os dois são ex-namorados – o lado profissional sobressaiu.

Mas ainda assim, A Barraca do Beijo 2 continua um filme clichê, mas um clichê bacana para perder umas horinhas. A comédia romântica proporciona bons momentos, cenas engraçadas, porém traz um início arrastado. E a Netflix já anunciou o terceiro filme, previsto para 2021.

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#Série | Nancy Drew

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Se você é fã de “Riverdale”, com certeza irá gostar da dica de série de hoje! “Nancy Drew”, nova série do canal The CW, disponível no Brasil pela Globoplay, traz o clima de suspense e investigação, além dos dramas juvenis.

Na trama, conhecemos Nancy (Kennedy McMann), uma garota de 18 anos, cujo sonho era sair da pequena cidade de Horseshoe Bay. Desde pequena, ela adora mistérios e ficou conhecida por resolver diversos casos bem mais rápido que a polícia. Após a morte da mãe, Nancy começa a trabalhar no restaurante The Claw, vive uma vida em conflito com o pai Carson Drew (Scott Wolf), e se vê envolvida em uma investigação de assassinato, no qual por sinal acaba se tornando um dos suspeitos ao lado de outros 4 jovens – Nick (Tunji Kasim), George (Leah Lewis), Bess (Maddison Jaizani) e Ace (Alex Saxon).

Enquanto tenta provar a sua inocência e dos outros amigos, Nancy acaba descobrindo que o assassinato de Tiffany Hudson (Sinead Curry) pode ter uma ligação com outro assassinato envolvendo uma jovem da sua cidade – Lucy Sable (Stephanie Van Dyck). Retornando a vida de detetive, a garota se envolve numa trama que inclui crimes do passado, um vestido cheio de sangue, uma assombração e muitos segredos.

Um ponto interessante a ser destacado é que Nancy Drew não é uma personagem nova, mas sim que já passou por algumas releituras ao longo dos anos. A primeira aparição de Nancy Drew aconteceu em 1930, na qual a mesma era protagonista de uma saga literária de mistérios criada pelo escritor Edward Stratemeyer como um derivado da saga Hard Boys. Entretanto, o mesmo não era o único a escrever sobre a personagem, já que a saga em questão contava com um grupo de “escritores fantasmas” que usavam o pseudônimo de Carolyn Keene. A saga original, intitulada Nancy Drew Mistery Stories, durou de 1930 até 2003. Entretanto, neste meio tempo, uma saga chamada The Nancy Drew Files foi lançada em 1980 com uma pegada mais adulta e apresentando interesses românticos para a protagonista.

Com 18 episódios, “Nancy Drew” aposta em uma teia de mistérios, que perduram durante toda a temporada, dando um clima bem mais maduro do que “Riverdale”. Além disso, a produção traz romances, incluindo um quarteto amoroso entre Nancy, Nick, George e Owen (Miles Gaston Villanueva). Outro personagem de destaque é Ryan Hudson (Riley Smith) – um bon vivant rico, que era marido de Tiffany e também está envolvido no principal mistério da trama, incluindo em um grande plot twist no final da temporada.

E para aqueles que já viram “Nancy Drew”, podem ficar tranquilos que a 2ª temporada já foi encomendada em janeiro pelo canal CW. Contudo, a notícia ruim é que o novo ano de Nancy Drew não será lançado ainda em 2020, devido à pandemia do coronavírus.

Já conheciam Nancy Drew? Quem aí vai ver a 1ª temporada? Deixem seus comentários!

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#Séries | Vis a Vis El Oásis

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Quem aí já estava com saudades de “Vis a Vis”? O spin-off da série – “Vis a Vis El Oásis”, já foi exibido na Espanha pela FOX e chega na Netflix no dia 31 de julho. Eu já conferi os 08 episódios e vou trazer a minha opinião, sem dar SPOILERS, podem ficar tranquilos!

Após o final maravilhoso da 4ª temporada de Vis a Vis, os produtores resolveram voltar com a história, desenvolvendo a relação de Macarena (Maggie Civantos) e Zulema (Najwa Nimri), pós prisão. A série se aprofunda nas duas personagens, mostrando como elas fazem para sobreviver neste mundo caótico. Por anos elas roubaram joalherias, cassinos e bancos. Perto da hora de se separarem, após uma decisão mútua, elas armam um grande assalto – roubar uma tiara de diamantes de Kati (Alma Itzel), filha de Ramala (David Ostrosky), um importante traficante mexicano. Como é algo trabalhoso, uma ajuda extra será bem vinda – Goya (Itziar Castro), Triana Azcoitia (Claudia Riera), La Flaca (Isabel Naveira) e Monica Ramala (Lisi Linder) – enteada do traficante – formam a equipe.

Sem dúvidas, a chegada na plataforma era aguardada pelos fãs. Isso porque, agora, as protagonistas da atração terão seus verdadeiros finais. Além disso, a atração virou um fenômeno na Netflix, pegando carona na popularidade de outra série espanhola, La Casa de Papel.

E uma coisa não podemos negar – Maggie Civantos e Najwa Nimri possuem muita química juntas, mesmos com brigas e rachas das atrizes. Recentemente, elas pararam de se seguir no instagram e, tudo indica, que divergências no rumo de suas personagens podem ter sido a causa. Independente disso, ambas carregam “El Oásis” nas costas. E acho que agora realmente veremos o final dessa história.

O desenvolvimento é interessante. A fotografia é linda. E a rivalidade de Maca e Zule é sem dúvidas o ponto forte, como sempre foi. Goya também está de volta e nos faz lembrar bons momentos das temporadas anteriores. Monica Ramala também é uma personagem interessante e poderia ter sido melhor trabalhada – uma cena em particular irá surpreender a todos.

E vocês devem estar se perguntando se teremos a volta de outros personagens da série. Sim, teremos! Ramiro Blas, que interpretava Carlos Sandoval, participa em alguns episódios, inclusive veremos partes de seu passado. Já Alba Flores, nossa Saray e eterna Nairóbi (ainda não superei até hoje), aparece no episódio final para uma participação especial – podem esperar uma belíssima cena!

Sobre o final – fiquem tranquilos, eu prometi que não daria spoilers – eu gostei, maaas teve algo que não curti tanto, esperava mais. Como um todo, é uma série que terá um gostinho especial para os fãs, ao trazer uma conclusão para a história.

Quem aí era fã de Vis a Vis? Estão ansiosos para a estreia de “El Oásis”?

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